Quarta-feira, 3 de Maio de 2006

A tua última noite

Olhando daqui para ti, pareces tão indefeso, vulnerável, desprotegido…

Aí deitado nessa cama, nu, vejo o dia a nascer no teu corpo, a janela deixa passar a claridade e o que foi uma noite de despedida… teima em acabar…

Aqui sentada neste cadeirão, também nua, onde tantas vezes fizemos amor, olho-te não com desprezo ou raiva, mas a nítida sensação de dever cumprido.

Sorvo a ultima gota de champanhe, da última garrafa que trouxe, da última vez que venho a esta casa.

Tu sabes que sempre fui liberal, fomos liberais, os limites sempre foram decididos por nós, o que nos unia era só o amor…

Não precisavas de ter dormido com ela sem que eu soubesse, não precisavas de ter mentido deliberadamente e ter ainda o desplante de voltar a minha casa depois de sair de junto dela… mas eu descobri…

Era tão fácil, dizias-me que o desejo se tinha apoderado, que as vontades superam as leis da vida e eu entendia, aliás como sempre fiz!

Ontem quando me viste chegar sorridente, com aquele vestido preto decotado que me ofereceste, senti o pânico nos teus olhos, porque percebeste que eu tinha descoberto tudo e iria deitar toda a minha raiva sobre ti e iria ofender-te e dizer-te palavrões e dizer-te o quanto me magoaste…

Não o fiz e não faço, há pra mim outras maneiras menos dolosas, mais… prazerosas de terminar o que afinal já tinhas terminado!

Eu preferi foder-te …

E quando te sussurrei ao ouvido, ‘Esta vai ser a noite da tua vida‘ estremeceste dos pés à cabeça, ficaste inseguro, com remorsos, sentimentos de culpa, que em nada me afectam e espero te persigam bastante tempo.

Entrámos e seguimos para o quarto, não conseguiste dizer-me nada a tua consciência não o permitia, não era?

Fodemos que nem loucos, não me atrevo a dizer que aquilo foi fazer amor, tu comprometido com o que havias feito, ou com um desejo de vingança que me consumia… não havia nada de amor…

                         

Acabaste por adormecer completamente exausto, extenuado, ainda me disseste que não me querias perder, que eu sou fantástica, nem tu sabes quanto, grande ordinário!

E sabes que mais, quando acordares vou masturbar-me para ti, bem vagarosamente, languidamente, prazerosamente, vou deixar-te novamente louco de desejo, vou levantar-me pegar nas minhas coisas, olhar-te friamente, dizer-te que esta foi a última vez que me viste desta forma, a última vez que me tiveste, a última vez que olhei para ti…

Bom, eu também podia ter chorado desalmadamente e podia ter dito que me fizeste sofrer desnecessariamente e dizer que te amava… amo… pra quê?

Não!

Vou rir loucamente na tua cara, vou dizer-te como diz aquela música… ‘quem perdeu, foste tu só tu… e nunca eu… ‘ ahahahahahahahah

Escrito por Marisa às 09:38
Piacere | Vero? | Grazie
31 comentários:
De Safira a 17 de Maio de 2006 às 01:48
Concordo, em parte, com a "Ca"...
Por outro lado, considero essa despedida um bónus para alguém que de facto... NÃO MERECE !!!
Como estória, dá gozo, é até giro. Na prática não me convence. Acho que preferia castrá-lo, comer os "ditos" com mushrooms ! Ah! Ah! Ah!
Vai em frente: tens talento, imaginação, expressas-te bem!
De Marisa a 17 de Maio de 2006 às 09:23
Ahahahahahahaahahah, quero lá saber dos ditos dele!
Deram jeito durante algum tempo e pronto.
Obrigada baci per te...
De Ca a 10 de Maio de 2006 às 23:33
Delirio!! Na minha opinião é a melhor forma de encerrar o assunto! Aposto que assim ele não se esquece! Ofensas e gritos e escandalos não leva a lado nenhum! O melhor que pode acontecer a uma mulher que o faz é "relizar uma missa de corpo presente", ou seja, o Homem está em corpo, porque a mente está a anos luz dali! Chamem-lhe o que quiserem, para mim, esta forma de lidar com a situação é o auge da maturidade! E a com mais benefícios para ambos! Ela porque se despediu em grande, ela de certeza que teve um grande gozo - prazer! Ele porque jamais se vai perdoar pela Mulher que perdeu! Não lhe chamo vingança, nem nada que se parace, mas sim uma lição de vida para ele! Não se brinca com o fogo, pode se sair queimado!! Adorei. Beijinhos com carinho
De Marisa a 11 de Maio de 2006 às 09:14
Ahahahahahahaahahahahahah missa de corpo presente, amei, pena não me ter ocorrido antes.
Mais uma das poucas mulheres que concordam comigo e não ficam na tristeza só porque lhe foram infiel.
Amanha o sol voltará a nascer...
Um beijo grande amiga.
De http://shakermaker.blogs.sapo.pt a 8 de Maio de 2006 às 01:31
Ora viva Cara Marisa...

Sabe, ao contrário do que este texto sugere, não existem vinganças no amor, ou em tudo do que dele provém, sexo incluido.

Porém, sem amor pelo meio, existem sempre contas a ajustar e, se possível, com requintes de malvadez.
Não existem amantes arrependidos, apenas corpos despidos, e todos sabemos o que acontece quando se tira a roupa...
Nada de mais, ou contudo por demais, que nos faz esquecer esse, este ou aquele.

É claro que tudo isto sou eu a dizer, logo tem o valor que tem, absolutamente nenhum. Sendo assim, foi uma foda, nem boa ou deveras má, até porque não as há.

Nem mais, a Adeliade Ferreira é que tinha razão, por mais que nos peçam para dar o braço a torcer, nunca o devemos fazer para não corrermos o risco de perder.

Um abraço...
SHAKERMAKER
De Marisa a 8 de Maio de 2006 às 09:19
Que bom que o encontro por cá, grata por tal visita.
Pois como o caro amigo proferiu, isso são só as suas considerções que muito agradeço.
Mas quanto à Adelaide Ferreira estamos em sintonia.
Espero-o sempre por cá. Baci
De ZUCO a 5 de Maio de 2006 às 12:55
Os casais establecem sempre regras. (ou pelo menos deviam) Neste caso a regra era " podes ir com outros , desde que eu saiba". Foi quebrada e a relação acabou.

Tambem se pode perguntar se já não existiram rachas na relação...

Quanto á forma da vingança, (porque é disso que se trata... Acho que é indiferente esta ou dar-lhe uma tareia. É sempre uma vingança. É sempre um sentimento negativo.

Chá de camomila e scoones
(Tomados num salão, com a calma que só vem com a idade...)

Pronto. Já disse o que devia. agora digo o que sinto: Fizeste mesmo isto? És louca! :D Louca! E eu adoro! :D


De Marisa a 5 de Maio de 2006 às 14:46
Pois vinganças são pessoais e intransmissiveis, cada qual faz a sua!!!!
Quanto ao que devia ter dito, pois como todas as outras é a sua opinião, foi o nosso fim...
Quanto ao que sente... pois que lhe parece? Ahahahahaha
Chá e scoones?
Boa, levo um livro de poesia pra irmos divagando...
De Maria Santos a 4 de Maio de 2006 às 18:50
Olá Marisa...

Estive, não estive, para comentar este texto, mas porque também sou impulsiva não posso deixar de o fazer...
Falarei em “ela” porque não sei se a história é ficcionada ou não...
Se a intenção do texto era apenas ser uma história, o colocarmo-nos numa situação hipotética, os meus parabens, está muito bem escrito, somos, de facto, confrontados com outros comportamentos, outras atitudes, outros sentimentos e poe-nos a pensar...
Mas, por outro lado, não posso deixar de dizer que não concordo com a mensagem transmitida..
Algo aqui me escapa...ele trai e ainda é presenteado com uma noite de sexo inesquecível? É essa a vingança? Por outro lado, se a vingança era trata-lo apenas como objecto sexual parece que ele até gostou... é que o sexo é uma coisa boa, uma coisa prazerosa, normalmente gosta-se de o fazer..servi-lo como vingança, parece-me um paradoxo. E usar o corpo para isso, ainda mais. Parece-me tudo uma grande ilusão e uma grande falásia.
E ele não a tratou com respeito e ela faz-lhe exactamente o mesmo que condena? Olho por olho?
Ora..se uma das coisas que se critica em alguns homens é o de, à vezes, tratarem as mulheres como objectos, será que nós tambem queremos ser assim? tentar iguala-los nos seus defeitos e não nas suas qualidades? Sim, porque tratar seja quem for como um objecto é sempre condenável, é negar-lhe o devido respeito enquanto ser humano.
Implusividade? Impulsividade seria de facto, gritar com ele, chamar-lhe nomes, dizer que nunca mais o queria ver.... Preparar as coisas desta forma, pensar “ agora tambem te vou utilizar”, até me parece revelador de muita frieza...
Eu percebo que, por vezes, fazemos coisas impensáveis quando somos levados pelas emoções, eu já o fiz, mas o que mais me chocou no texto foi o facto de ele ter sido contado quase com orgulho...
Eu acho que nunca devemos ter orgulho em ter orgulho, em sermos vingativos, em ter sentimentos negativos....desses devemos ter vergonha...
E isto, é algo que eu digo, independentemente de o texto ser contado por um mulher ou por um homem..condenaria ambos...porque trata-se de algo muito mais abrangente e do campo dos principios...
Parece-me a mim que perderam ambos, se a atitude dele não foi muito dignificante, a dela, apesar de se rir no fim, não foi nada diginificante tambem...e a traição essa continuou lá.
Como disse...uma grande e profunda falásia...nada resolveu e duvido muito que alguem se consiga sentir bem com uma atitude destas...
E não há mal nenhum em ser-se sensível...só demostra humanismo...
E nem tão pouco a sensibilidade é exclusividade das mulheres...é do ser humano em geral....
De Marisa a 5 de Maio de 2006 às 09:19
Olá maria, muito obrigada pela sua exposição, pelos seus pontos de vista e pela sua atitude franca. Sabe quando deixo aqui estes textos, não o faço para que sejam consensuais, tampouco politicamente corrects. São meramente a minha visão das coisas, a minha personalidade. Se é verdade ou não para o caso pouco importará, tal como não importa se concorda comigo ou não, é a vida e na vida temos que assumir, temos que nos assumir e temos que fazer o que achamos correcto, assumind se tiver que ser as consequencias.
É óbvio que não foi um grande castigo para ele a sessão de sexo, mas tambem não o foi para mim, o castigo em si foi ele ter percebido o que perdeu, que mesmo assim não conseguiu ver-me em baixo, ou derrotada. Quem quem saiu da vida de quem fui eu, sendo falacia ou não a verdade é que os finais só são tristes porque nós os tornamos assim. Foi uma grande despedida de um final anunciado e já que estava a perder, preferi não perder tudo. Mais uma vez obrigada pelo seu texto. Beijo.
De Cristal a 4 de Maio de 2006 às 11:40
Olá Marisa li e pensei, como boas escorpionas que somos eu não conseguia
mesmo....depois de o saber com ela nunca mais o deixaria tocar-me....
diferença de opiniões.
Fica bem e continua a surpreender-nos
De Marisa a 4 de Maio de 2006 às 11:49
Olá Cristal, grata pelo comentário!
É daquelas coisas, cada qual sabe de si, a minha maneira de me vingar foi aquela, foi bom pra ele eu sei, e assim fico certa de que percebeu o que perdeu...
Baci per te.
De Lobaaaaaaaaa a 3 de Maio de 2006 às 19:43
Acabei de deixar um comentário, mas não o encontro... olha, agora perdi a vontade de repetir... bolas... Beijos em tu...
De Marisa a 4 de Maio de 2006 às 09:06
Está aqui tudo pá, é a inquisição! Ahahaahaha, baci per te.
De visita o meu forum a 4 de Maio de 2006 às 11:26
Grande Mulher. Pode-se dizer uma mulher de fibra. E os homens,em geral, são atraidos por esse tipo de pessoa.
Também gostei da forma como o texto está escrito. Lê-se bem.., de uma só penada.
Cá fico à espera e um comentariozinho da Marisa no meu forum.E força.

De Marisa a 4 de Maio de 2006 às 11:50
Pois se os homens gostam ou não, não sei, mas eu funciono assim. Visitarei claro! Baci
De clica aqui para ver o teu post a 4 de Maio de 2006 às 11:36
Pois é. Até coloquei esse texto no forum.
Caso queiras que eu o tire, diz.

E repara no meu comentário, mesmo no fim do post.

:)

Está giro.

De Marisa a 4 de Maio de 2006 às 11:53
Podes deixar, se te agrada não coloco objecções. Aliás obrigada pela simpatia.
De Lobaaaaaaaaaaa a 3 de Maio de 2006 às 19:41
Hoje li-te, mais uma vez, e vou comentar-te. Marisa, gostei, gostei, gostei! Há certas respostas que são melhor dadas com atitudes e não com palavras! Aqui as palavras já não iam adiantar absolutamente nada. Logo, porque não tomar esta atitude mais racional e menos emocional? Fria e até calculista. Eu partilho da tua maneira de ver e até de ser! Não sei se seremos mais ou menos felizes, sei que seremos Felizes à nossa maneira! eheheheh Beijos em tu...
De Marisa a 4 de Maio de 2006 às 09:03
Loba!
Que bom ver-te por cá, finalmente uma mulher com a minha garra. É isso mesmo, chorar sobre leite derramado é perda de tempo.
Adoraste, adoraste, adoraste, óptimo, um beijo enorme em tu...
De Essa Miuda a 3 de Maio de 2006 às 12:52
Não posso deixar de concordar com o texto da Igarita … De qualquer forma, penso que não conseguiria agir com a tua frieza, nem com o meu pior inimigo … (feitios, digo eu…)! Sou apologista dos diálogos francos e ficar com as palavras “entaladas” em momentos cruciais não é, definitivamente, a melhor solução (embora seja, em regra, uma pessoa de poucas palavras).
Não obstante, foi a tua melhor forma de lidar com a mágoa e o ressentimento, na altura … Provavelmente, nem conseguirias ter agido de forma diferente, ainda que o desejasses! Sentistes-te bem tendo resolvido as coisas dessa forma?? Óptimo, é isso que realmente interessa.
Como já te tinha dito, acho que tens uma “queda especial” pra este género de histórias (quer elas tenham ou não algum fundo de verdade) e tens uma perspectiva bastante original de ver as coisas. Gosto de ler-te, Marisa. Beijinho.
De Marisa a 3 de Maio de 2006 às 14:52
Miuda! Olá sê bem vinda, grata pela visita.
Sabes eu tambem não discordo de todo da Igara, na realidade nem há nada pra concordar ou discordar, são personalidades diferentes, maneiras diferentes de viver e sentir, talvez.
Essa ideia da Igara e tambem partilhada por grande parte das mulheres, eu sei, é mais emocional, sentimental, conversar, mostrar o nosso profundo desagrado, tudo bem.
Mas não comigo, não sei ser assim, sou mais impulsiva, não tinha nada pra dizer, ambos sabíamos o que tinha acontecido, o fim escolhi-o eu.
E foi o que me soube melhor e vinguei os meus sentimentos, exorcizei as minhas mágoas. Obrigada pelo teu apreço pelos meus textos, não sei se é de facto original ou se eu sou original, sei que vivo e sinto assim e sei que é de facto diferente do comum, o que não significa melhor. Só consigo ser assim, baci principesa.
De hã? a 3 de Maio de 2006 às 21:52
anda
De Marisa a 4 de Maio de 2006 às 09:06
Já fui!
De Igara a 3 de Maio de 2006 às 12:17
Marisa, hoje passei pelo teu cantinho. Decidi comentar-te! Nunca acreditei muito no ser-se liberal. Por vezes, quando levamos a querer que somos liberais, abrimos portas e janelas que dão aso a que tudo possa acontecer. Sempre fui da opinião de que jamais abriria mão de tudo o que conquistei na vida. Passei por algumas situações menos boas, mas sempre garanti que a minha frontalidade bastaria para por cobro a coisas menos boas. Nunca deixei nada por dizer e fiz sempre questão que tudo chegasse de forma clara, sem direito a rodeios e a meios entendimentos.
Este texto soou-me a dor e a mágoa que se guardou sob a forma de ressentimento. Posso ter entendido mal, é um facto, mas é assim que ele me chegou. Se é o caso, o tempo que tudo cura, irá certamente fazer a cicatrização que urge. A tua maneira de ser, essa força que está em ti em bruto, certamente te levará a bom caminho.
Permite-me ainda que te diga, que se tivesses dito "Amo-te, mas não obtante escolhi para mim outro caminho", não te tornaria menos fraca, antes pelo contrário, teria refletido, o querer de quem sabe e quer o que lhe faz bem. Um beijo manso Marisa... :)
De Marisa a 3 de Maio de 2006 às 12:33
Olá Igara, então obrigada pela visita!
Eu até concordo em certos aspectos contigo, mas tudo se resumo a isto, temos maneiras diferentes de ver as relações, não há cá mágoa, nem ressentimentos, mas há sempre outro caminho eu prefiro escolher o mais prático, menos emocional. Por outro lado 'amo-te' é uma palavra demasiadamente especial para a proferir depois do que tinha acontecido. Os meus melhores sentimentos ficam pra quem os merece. A minha forma de amar é muito intensa, impulsiva, preversa se calhar, mas sempre genuina. E na realidade, chorar não me torna mais meiga, nem representa mais sofrimento. Desculpa não consigo ser assim! Baci.
De JoanaCST a 9 de Julho de 2008 às 03:16
"uiiiii"...

como tiveste coragem para o fazer? fiquei tua fã... ele assim ficou ansioso por receber mais prazer, e, a tua recusa, vai levá-lo à loucura...

eu descobri uma traição do meu namorado e o que fiz foi pagar-lhe na mesma moeda... com um amigo da universidade... digo-vos, foi a melhor relação sexual da minha vida, o sabor da vingança deu-me um gozo especial...
o meu namorado acabou por descobrir nessa mesma noite, mas estava disposto a perdoar-me, dizia que me amava e não conseguiria viver sem mim...
acabei por ceder aquele pedido que me pareceu super sincero...

terminamos a universidade e decidimos viver juntos...

quem me dera ter recusado o pedido de desculpas...
no mês passado, quando ia a entrar no meu prédio, ouço gritos de prazer... vinha do meu apartamento... assim que abri a porta dei de caras com o meu noivo, sim porque ele pediu-me em casamento 2 dias antes, em plena orgia com a antiga amante, a irmã da dita cuja e duas primas...
custou tanto...
o meu futuro marido a foder com 4 ao mesmo tempo... a antiga amante cavalgava-o e gemia de prazer, a irmã daquela puta estava a fazer um 69 com uma prima... e a outra que ainda restava estava de cocoras em cima da cara do meu noivo, e ele estava a chupá-la...

eu sei que pode ser chocante a minha descrição, mas é a pura das verdades...
o pior e mais degradante foi o facto de ele me ter convidado a entrar na FESTA...

fechei a porta... e desatei a correr para casa do meu amante do tempo da universidade, o meu actual namorado, que depois daquela foda magnifica se tornou o meu conselheiro...

ele, ao ver o meu estado de choque depois de lhe ter contado a historia, foi a minha casa, fez as minhas malas, deu um murro ao outro cabrão e assim que me encontrou a chorar, depois dele ter regressado a casa, pediu-me em namoro...

como fui tao estupida....

pelo que descobri, o meu ex noivo sempre se envolveu em bacanais com a meggie, a que me encornou "n" vezes...

depois desta autentica novela mexicana, só me resta dizer que estou feliz...

beijinhos

Vero?

veropiacere@sapo.pt

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