Sexta-feira, 5 de Maio de 2006

Do teu cheiro

O gosto da tua pele
sal impregnado em meus lábios
que me mata de sede
à beira da fonte dos teus prazeres.

O teu gosto na minha boca
mel que sacia meus desejos
na hora derradeira
do medo de te perder
em meio aos lençóis.

O teu cheiro impregnado
no meu corpo
perfume raro que nem a chuva
leva de mim...

 
                                                                                                     Ademir Antonio Bacca

Escrito por Marisa às 09:35
Piacere | Vero? | Grazie
|
8 comentários:
De Ca a 10 de Maio de 2006 às 23:51
Mais uma fiel descrição do significado da palavra amar! Palavra falada por muitos, mas sentida por poucos! O alcance de cada frase é de veras encantador! Não resisti, li várias vezes! E vou ler sempre que visitar o teu blog! Faz-me acreditar que embora raro, o amor (no verdadeiro significado da palavra) existe! Não só nos filmes e contos de fadas como nos fazem crer, mas no quotidiano, basta acreditar e lutar com muita força! Para se concretizar basta duas pessoas partilharem o mesmo sentimento (amor) e a mesma vontade de o viver! O amor, na minha opinião, é o melhor que o mundo! Uns descobrem este facto na altura certa, outros descobrem que o amor é o melhor deste mundo tarde demais! Mas todo o ser humano o descobre mais cedo ou mais tarde, por mais materialista que alguém seja, ou insensivel. Beijinhos com ternura
De Marisa a 11 de Maio de 2006 às 09:15
Um poema breve que encerra tanto não é?
Baci...
De Carlos a 8 de Maio de 2006 às 18:32
Da arte de bem cavalgar

Faz de conta que és tronco que a maré rejeita,
deitado e imóvel no liso areal,
com uma pernada altiva que espreita
o purpúreo mistério, a boca corporal.

De joelhos se ponha a mulher eleita,
assente nas canelas, o tronco vertical,
com as pernas abertas, simetria perfeita
sobre a ponta da verga dura como metal.

Que te monte depois como um jockey de classe
sugando dentro dela o ávido arção,
num rápido crescendo, como se procurasse

vencer distanciada o derby da tesão.
E tu, dócil cavalo que os colhões tens por sela,
partilha o seu triunfo - geme e vem-te com ela.


De Marisa a 9 de Maio de 2006 às 09:16
Adoro sempre estes mimos com que me presenteia!!!
Muit bonito Carlos, sensual q.b., grata por tal simpatia.
Baci
De inconfidente a 5 de Maio de 2006 às 19:51
êta desejos bons.
De Marisa a 5 de Maio de 2006 às 20:32
Ai ai ai... baci
De Vasco__27 a 5 de Maio de 2006 às 10:35
O desejo de tocar
O desejo de sentir
O desejo de ter e perder
O desejo... ponto final
O desejo... poema sem palavras
O desejo... tocar,ser tocado(a)
O desejo... dar e receber prazer
Enfim... o desejo é o que descrevemos para nós proprios que ele é...
Sentir é um espetáculo, não é? Sensação que (como diz no poema) deixa a pele com o cheiro de quem nos permite viver esse desejo, cheiro que não queremos q desapareça (em certas ocasioes)...

Não sei s este comentário fez/faz sentido,mas foi o que t quis deixar hoje... Beijos, linda Marisa
De Marisa a 5 de Maio de 2006 às 10:52
Obrigada Vasco, sempre uma simpatia, deixas-me sempre assim.. com um sorriso doce nos lábios...
Os desejos são tudo o que quisermos... os limites somos nós que os criamos.
Baci per te principeso.

Vero?

veropiacere@sapo.pt

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