Sexta-feira, 7 de Abril de 2006

Amor proibido

Só quem viveu entende
Amor proibido.
Mexe com a essência da gente,
Com o libido.
Tudo fica mais excitante.
No encontro escondido
O coração bate forte,
O rosto cora.
Num simples toque de mão.
Não há quem suporte
A emoção da primeira vez,
É emoção de mais.
Mistura de medo e paixão
Arrependimento jamais.
Os sentimentos saltam aos olhos,
As palavras saem entrecortadas.
Parece que o mundo inteiro
Vai descobrir esse pecado.
Mas com tanto amor assim,
Com certeza seremos perdoados.

                                                         Rafael do Nascimento Monteiro




 


Quem quer saber de perdão... hummmmm

Escrito por Marisa às 15:18
Piacere | Vero? | Grazie
|
4 comentários:
De Ca a 16 de Abril de 2006 às 02:27
Uma experência descrita em tom de poemA! A primeira frase.. Quem melhor para nos compreender, que alguém que viveu algo semelhante ao que estamos a viver?! Quantas vezes nos revemos num texto, ou nas palavras de alguém.. Alguém que ao fim ao cabo, passou por algo idêntico a nós! Por mais que alguém se esforce.. não consegue interiorizar o que sentimos, se não se deparou com algo parecido! Se bem que, cada ser humano é único e sente e encara o mundo à sua maneira! Mas mesmo assim.. quem sentiu entende quem sente! Marisa concordo! Eu não quero saber do perdão! Quero sentir-me bem comigo própria! Até porque o que é que é objecto de perdão?! Ca
De Igara a 12 de Abril de 2006 às 09:55
O Amor proibido será sempre aquele que deixa um sabor a viver inacabado, e que nem por isso deixa de ser menos intenso. Gostei muito deste poema, porque todos nós, num momento ou noutro temos esta experiencia que deixa em aberto a questão de como poderia ter sido, se todas as portas estivesses abertas e se tudo nos fosse permitido. Um beijo manso :)
De Marisa a 12 de Abril de 2006 às 11:46
Igara, obrigada pelo comentário, tambem já fui ao teu cantinho.
O amor proibido é só isso mesmo e como tal deve viver-se intensamente, para que no fim fique apenas uma óptima recordação. Baci per te.
De homem de negro a 11 de Abril de 2006 às 16:33
Certo, exacto, profundo...
A gente vê-se por aí...

Vero?

veropiacere@sapo.pt

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